# 04 - Novembro de 2009

Falta de luz deixou 100 mil gaúchos sem energia

O estado do Rio Grande do Sul foi o menos afetado pelo apagão de terça-feira, dia 10. No entanto, a alegria dos gaúchos durou pouco. Apenas três dias depois do apagão, na noite de sexta-feira, um temporal cortou o fornecimento de energia de 100 mil pessoas em vários pontos do estado. Mais uma vez, entre os que trabalhavam no computador no momento do blecaute, só quem tem um no-break pode ficar tranquilo e salvar seus dados calmamente antes de desligar o equipamento.

E a luz demorou para voltar, dificultando ainda mais, para quem não tem um no-break, a verificação das perdas e danos causados pela queda repentina no fornecimento de energia. Ainda na segunda-feira, pela manhã, mais de sete mil pessoas continuavam sem luz. Somente na tarde de segunda a situação foi normalizada. De acordo com as concessionárias locais, CEEE (Companhia Estadual de Energia Elétrica), RGE (Rio Grande Energia) e AES Sul, temporais que atingiram o estado na sexta-feira e no sábado provocaram o apagão.

Entre os municípios atendidos pela AES Sul, mais de 58 mil pessoas ficaram sem energia. Os municípios mais atingidos foram Taquari, São Sebastião do Caí, Brochier, Ivoti, Uruguaiana, Montenegro e Canoas. Na região coberta pela CEEE, a maioria dos problemas ocorreu em Porto Alegre, Bagé e Camaquã. As cidades atendidas pela RGE mais afetadas pelo desabastecimento foram Canela, Picada Café, Nova Prata e cidades vizinhas.

Além da falta de luz, o temporal causou outros transtornos aos gaúchos. A rodovia BR-116 foi bloqueada na altura do km 202, entre Picada Café e Morro Reuter, na Serra Gaúcha. Por causa da chuva, parte da pista cedeu e uma cratera de dez metros se formou. A pista precisa ser reconstruída e a previsão inicial do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito) é de 60 dias.

O trânsito está bloqueado no local e a única via alternativa para quem segue da Serra a Porto Alegre é a RS-865, que liga Picada Café a Presidente Lucena. Em Presidente Lucena é preciso seguir até Ivoti para voltar a trafegar pela BR-116. O caminho inverso também é a única alternativa de quem sai de Porto Alegre para Picada Café.

Assim como os usuários desse trecho da rodovia BR-116 vão passar por diversas dificultades, tendo que fazer um caminho bem mais longo, por exemplo, entre suas casas e o trabalho, quem estava trabalhando em um computador sem no-break na hora do blecaute no RS também vai ter problemas. Mesmo com um estabilizador, em situações assim o computador desliga imediatamente, sem que haja tempo para salvar os arquivos. Só o no-break fornece energia reserva para que nada seja perdido. Garanta seu no-break antes do próximo apagão e evite dor de cabeça!

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